Top 10 do blog ou “Retrospectiva Fora de Época”

A lista está na ordem decrescente e abrange textos mais antigos, não apenas os publicados em 2014.  Agradeço a você pela companhia e atenção aqui.Estou planejando o conteúdo para este final de 2014 e 2015 e toda sugestão é bem-vinda. Registre nos Comentários ou me envie pelo formulário “Contato”, por favor.

Linkagem: livros, aposentadoria…

Nesta seção eu compartilho aqui alguns textos que li em blogs e sites, e gostei. Retomo-a depois de um tempo de “silêncio”.

- Eu tenho feito o que sugere a Terapia contra o vício da CCL (Compra Compulsiva de Livros), do Juan Pablo Villalobos. Ultimamente só tenho comprado livro que já li há tempos e quero reler.

- A resenha do livro Adeus, Aposentadoria, feita pela Thais, do Vida Organizada me levou a encontrar a coluna do Gustavo Cerbasi na revista Época. Vou ler a coluna sempre, quando passar por lá para acompanhar a do Danilo Venticinque.

E um agradecimento rápido: o número de seguidores no blog tem crescido ultimamente. Obrigada, pessoal. Espero fazer jus ao interesse e confiança de vocês. Estou tão satisfeita, que se pudesse diria obrigada em 50 línguas diferentes. Vou dar uma olhada nessa lista (HOW TO SAY THANK YOU IN 50 LANGUAGES) de vez em quando, para ver se aprendo em pelo menos umas dez!

Boa semana!

Secretariado de A a Z*

No dia 30 de setembro comemoramos no Brasil o Dia do Profissional de Secretariado. Em comemoração, resolvi fazer uma linkagem especial: Secretariado de A a Z.

Caso queira sugerir outras palavras para cada letra, fique à vontade, afinal não pretendo esgotar as possibilidades de palavras.

A – Arquivo

B – O profissional de secretariado e a burocracia

C – Código de ética

D – Discrição. O texto “Com quais características se faz um profissional de Secretariado?” enfatizou essa característica.

E – Engenharia social

F – Férias

G – Guia-fora ou comprovante de retirada de documentos de arquivo. (A publicar)

H - História do Secretariado

L – Lei de Regulamentação

M – A fórmula da Motivação

N – Networking. Tema abordado neste texto.

O – Organização

P- Proatividade (A publicar)

Q – Que, quem, quando…

R – Redação

S – Sigilo (A publicar)

T – Trabalho (este tema permeia quase todos os textos deste blog, certo?)

U – Uniformidade no atendimento, no tratamento dispensado aos outros. (A publicar)

V – Verdade (a publicar)

X e Y, Teoria. Este tema foi abordado no texto Link Útil – Instituto Jetro

Z – Zelo (A publicar)

Nota

*Por falha técnica e humana, este texto, que estava agendado para o dia 30.09.2014, simplesmente não foi publicado. Peço desculpas. Mas, o cumprimento é sempre bem vindo: Parabéns a todos nós, profissionais de secretariado, pela dedicação de sempre!

Perfeccionismo

Retomando o texto no qual mencionei que escreveria sobre algo que perdi, que foi uma das tarefas sugeridas pelo Projeto Writing 101 de junho de 2014 do WordPress, publico esta rápida nota.

Olhando para trás, vejo que perdi uma característica, deixei de ser perfeccionista, ou pelo menos tentei controlar os desvios do perfeccionismo. Sim, porque este é bom até o ponto em que se busca a excelência, que entendo que é fazer as coisas da melhor forma, dentro da minha capacidade e das condições oferecidas (tempo, pressão, interrupções etc.). A partir do ponto em que se busca a perfeição pela perfeição, acabam-se alongando discussões em torno de detalhes não tão importantes, perdendo prazos por preciosismo.

Hoje em dia busco o equilíbrio, entre os dois dizeres: “Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito” e “Feito é melhor do que perfeito”. Não digo que já estou nesse equilíbrio almejado, mas é o meu alvo.

 

Eu li: “Em Busca de Sentido”, de Viktor Frankl

EmBuscaDeSentido
Eu li apenas um livro sobre o holocausto: O Diário de Anne Frank. E assisti apenas um filme sobre este tema, que foi “O Pianista“.
No filme, eu fiquei com uma “pulga atrás da orelha”, porque o personagem principal parecia aquele tipo de personagem sem expressão, que já sabe que só sobreviverá para contar a história, no estilo HermanMelville. O personagem não sofria, não questionava nada, apenas observava as pessoas sofrendo ao seu lado e se escondia como podia. Na época que vi o filme acabei atribuindo isso à diferença cultural. A visão de mundo do cara era bem diferente da minha. Afinal, eu pensava que ele deveria espernear, se revoltar, beirar a loucura. Isso porque ele nem foi para um campo de concentração (ou foi em algummomento? Bom, não me lembro, minha memória não é tão boa para filmes).No entanto, recentemente, lendo este livro, “Em Busca de Sentido”, do Viktor Frankl, consigo entender que o que estranhei no personagem do filme pode ser a mesma apatia ou anestesia que atingia os prisioneiros dos campos de concentração em alguma fase do tempo deles lá.
O livro, como o próprio autor diz logo no seu início, não relata em profundidade o dia a dia dos prisioneiros, ou traz histórias de heroísmo. “É a história de um campo de concentração visto de dentro, contada por um de seus sobreviventes.” Não trata dos heróis nem dos grandes horrores, mas “das inúmeras pequenas torturas”, vividas por pessoas comuns, que não têm nem postos especiais no campo: Fazem trabalhos forçados, estão no fim da hierarquia improvisada do campo.
Oautor, sendo médico, professor de psiquiatria e neurologia, não foi colocado para agir como médico, mas para fazer trabalhos braçais, a não ser no final do tempo dele no campo de concentração. Então estava no meio dos prisioneiros comuns, sem privilégios, embora em uma ou outra situação tenha usado seus conhecimentos para confortá-los. E tenha tirado dos seus conhecimentos as razões e convicções para sobreviver.Entremeio as linhas sobre a vida dos prisioneiros, o autor se distancia e se coloca como observador, faz uma avaliação psicológica da situação. E em apêndices no final do livro nos apresenta a logoterapia.

Eis as principais lições que tirei da leitura:

- O sentido da vida pode se modificar, mas sempre existe. Ele pode vir de uma tarefa ou realização, de uma experiência ou amor, ou da convicção de se passar com dignidade por um sofrimento. Mas esse sofrimento tem de ser inevitável, porque se for evitável o que faz sentido é cessá-lo. Sofrimento pelo sofrimento é masoquismo.
– A pessoa é responsável por realizar o seu sentido, por suas escolhas. Pode se sentir responsável perante sua consciência, perante a sociedade ou perante uma Autoridade Maior (seu Deus).

O livro suscitou em mim grande reflexão e recomendo para pessoas que buscam conhecer a si mesmas, o “funcionamento” do ser humano.

Embora pequeno (186 páginas), o livro é denso. Com licença, que já vou ali começar a releitura.