Blog encerrado

A partir de amanhã este blog não mais será atualizado. Eu sou uma pessoa que reflete muito antes de tomar uma decisão, então refleti mais de um ano antes de chegar neste dia. Por diversos motivos, mas principalmente por querer me dedicar outros projetos, encerro este blog aqui. Por enquanto não o tirarei do ar, no entanto não mais o atualizarei.

Obrigada pela atenção.

Tchau!

Frase de quinta? #22

“Jamais voltamos ao mesmo livro e nem à mesma página, porque na luz vária nós mudamos e o livro muda, e nossas lembranças ficam claras e vagas e de novo claras, e jamais sabemos exatamente o que aprendemos e esquecemos, e o que lembramos. O que é certo é que o ato de ler, que resgata tantas vozes do passado, preserva-as às vezes muito adiante no futuro, onde talvez possamos usá-las de forma corajosa e inesperada”.

“Dizer que as leituras sempre ultrapassam em quantidade os textos que as geram é uma observação banal, mas algo de revelador sobre a natureza criativa do ato de ler está presente no fato de que um leitor pode se desesperar e outro rir exatamente na mesma página”

— Alberto Manguel, no livro Uma História da Leitura.

Links para Arquivar #4

Quase que desta vez eu fazia uma linkagem de um link só, por causa da preciosidade do post da Eliane Wamser: Por que a formação em Secretariado perdeu o foco? É o texto mais verdadeiro que já li nos últimos tempos e é especificamente sobre a nossa profissão.

Então, pesquisando nos meu arquivos, encontrei este texto da Chrissy Scivicque que também vale a pena compartilhar: How to Manage and Renegotiate Deadlines in the Workplace  – Eat Your Career Como Administrar e Renegociar Prazos no Local de Trabalho (blog Eat Your Career). Caso haja interesse de vocês, posso pedir autorização dela para traduzir e republicá-lo aqui.

E, para fechar, publico Uma Dica Simples para Evitar a Procrastinação. Faz todo sentido!

Em tempo: Não tenho conseguido manter a periodicidade que propus para esta postagem (15 dias), mas seguirei com a publicação na medida que for possível.

Paixão pelo que se faz?

Devorei o livro “My Life in France”, da Julia Child. É fascinante a paixão da famosa chef de cozinha pela culinária e pela gastronomia. Ela demorou a encontrar sua vocação, por assim dizer, mas quando encontrou, brilhou. Eu conheci a história da Julia através de um post da Thais Godinho que falava do filme Julie e Julia. Tanto o filme quanto o livro que mencionei são uma forma de lazer produtivo para quem está precisando de motivação, repensar sua vocação, ou simplesmente quer se deleitar com as expressões do francês ou com o clima romântico do filme (que é mais especial ainda no livro), além é claro, daqueles que gostam de culinária ou gastronomia. Já o livro da Julia Powell que realmente originou o filme… não me interessou.

O que isso tem a ver com este blog? Diretamente, nada. Indiretamente, podemos fazer toda uma reflexão (a partir da vida da Julia Child). É revigorante “ver” alguém se dedicar ao que gosta de fazer. A gente poderia até colecionar histórias desse tipo. #quemsabe?

Um tempo atrás li um texto da Lucy Kellaway chamado “Os perigos da paixão pelo trabalho”, então já tinha aprendido que a dedicação da Julia Child pelo trabalho não demonstra que ela era apaixonada por ele, mas que gostava do que fazia, era conscienciosa. A Lucy defende, de forma razoável, que é preciso sempre se buscar o equilíbrio. Se dedicar ao que se faz, sem ir às “raias da loucura” porque algo não saiu da forma como queríamos. Por que isto é o que os apaixonados fazem. E isso não combina com o ambiente de trabalho.

Mnemônica para o gasto

Certa vez fiz um minicurso sobre Relações no Trabalho no qual o palestrante também deu uma “palhinha” sobre mnemônica. A principal fala dele que anotei no meu bloquinho durante o minicurso foi: “O que a gente memoriza ou não, tem a ver com o nível de atenção que você dispensa ao item e tem a ver também com a emoção que o assunto desperta.” Eis a principal dica dele:

Ao ser apresentado a alguém, repetir o nome da pessoa apresentada, para “registrar”, tentar associar o nome dela ao de alguém que se conheça há mais tempo. Se o encontro for realmente importante, na primeira oportunidade anotar o nome e breve descrição da circunstância (reunião sobre X, evento tal). Essas estratégias (falar sobre algo que se quer memorizar, ou repetir o nome ainda que mentalmente; tomar nota; associar) servem para qualquer outro dado ou informação que se precisa memorizar.

Agora uma dica que aprendi de outras fontes:

Não confie na memória. Por quê? Porque, tudo bem, ela pode atender em 80% das ocasiões, mas pode faltar bem na hora mais fatídica, mais necessária, aquela que traz mais emoção.

E como lido com isso? Registro todos os dados e informações relevantes que chegam até mim. Primeiramente, anoto em papel, em um caderno que deixo sempre à mão. Eu gosto de fazer anotações em papel, mesmo. Tenho até a impressão de que ajuda no aprendizado ou na memorização, conforme o caso.